Rúben Amorim não é nenhum jogador de topo. Não tem, por exemplo, a mesma classe que Witsel ou os “3 pulmões” de Ramires. Desengane-se também se pensa que é algum coxo ou mais um futebolista sem qualidade para estar no Benfica. Amorim é, digamos, um jogador muito útil no plantel actual. Há quem queira ver o ex-Belenenses pelas costas já neste mercado de Inverno, face às supostas propostas que o internacional luso tem recebido, segundo a comunicação social. Caso a sua saída se confirme, a não ser por vontade do próprio, é um erro tremendo ao estilo da venda de David Luiz em Janeiro ainda deste ano.
A importância de Rúben no plantel é extrema. Tem qualidade mais que suficiente para actuar no meio-campo, ocupando a posição de ‘8’ quando Axel Witsel estiver indisponível. É também o nosso único suplente de Maxi Pereira, apesar de estar patente que a posição de defesa-direito não é a sua predilecta. Recuando no tempo, mais precisamente para a primeira época de Jorge Jesus enquanto treinador do Sport Lisboa e Benfica, ficou à vista de todos as qualidades de Amorim e a sua utilidade. Certamente que as suas qualidades se mantêm desde aí e não tenho dúvida alguma que será bastante importante na caminhada para o 33º. Contudo, é compreensível que o atleta de 26 anos queira jogar com mais regularidade de modo a estar presente no Europeu 2012. Mas, a intenção deste post não foi debruçar-se sobre uma eventual saída do médio luso mas sim, sobre a importância do camisola 5 dentro do plantel, visto por muitos como um atleta completamente banal.
















