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O que fazer a Sidnei?

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Tivesse Sidnei tanta cabeça como talento para jogar futebol estaria no presente no plantel principal da equipa do Sport Lisboa e Benfica. Mas não parece virado para esse lado. Há tempos escrevi sobre Sidnei aqui no blog e, mesmo tendo sido emprestado ao Besiktas, as mesmas atitudes do central brasileiro mantêm-se. Noite, bares, álcool e diversão. Tudo isto levou à dispensa de Sidnei do plantel de Jorge Jesus e na Turquia resolveu seguir o mesmo estilo de vida, juntamente com os portugueses Bebé e Júlio Alves. Obviamente que ao serviço dos turcos teve muitíssimos poucos minutos de jogo e encontra-se actualmente numa missão impossível para encontrar clube. Falou-se no Saragoça, falou-se no Flamengo, falou-se na vontade do jogador de voltar ao Brasil mas, para já, nada de concreto. Devido ao estilo de vida que o jovem defesa tem levado a missão de encontrar um emblema ao qual seja emprestado tem sido complicada. E parece mesmo que nenhum clube esteja com vontade de “pegar” no atleta sul-americano.

Apesar de todas as hipóteses que foram faladas durante o mercado de transferência houve uma recentemente equacionada que não deve ser vista com maus olhos: o ingresso na Equipa B. Sidnei tem ainda 23 anos, idade limite proposta nas equipas B's, o que só por si começa logo por ser uma vantagem, apesar de na ficha de cada jogo na Segunda Liga poderem figurar três jogadores com idade acima dos 23. Representado a equipa secundária do clube poderia perfeitamente relançar a sua carreira futebolística, isto se estiver realmente interessado. Seria seguido de perto por parte dos dirigentes do nosso clube e Jorge Jesus, acrescentaria experiência e qualidade numa defesa jovem, talentosa mas com falta de experiência e seria certamente uma referência defensiva na formação de Norton de Matos. Para Sidnei seria perfeito, após os erros que tem cometido enquanto profissional de futebol. Contudo, é difícil acreditar em tal decisão, visto que o central brasileiro já jogou em primeiras ligas do futebol europeu e em competições europeias como a Liga Europa, pois jogar numa Segunda Liga, por muito competitiva que seja, para um futebolista com um trajecto destes não deve ser alvo de grande motivação. A decisão cabe à direcção e ao próprio jogador e, se ainda quiser fazer algo de útil e bonito no futebol, pode perfeitamente recomeçar do zero na equipa B. Se tal acontecer, o Benfica tem obrigação de o apoiar de modo a que não cometa os mesmos erros do passado. Mas isso é algo que nos últimos anos o clube não tem feito e nem parece saber fazer, preferindo tratar os jogadores como lixo.

Excessiva turbulência

Para todos nós benfiquistas, que pensávamos que este ano iria terminar da melhor maneira, depois de uma goleada em casa ao Rio Ave, surgem agora através da comunicação social os ditos “casos” de Enzo Pérez e de Rúben Amorim. Antes de avançar, a pergunta que muitos fazem é, afinal, que papel tem António Carraça na estrutura do Sport Lisboa e Benfica. Não era suposto o balneário ser “blindado”?

Avançando nos casos de Amorim e Pérez, que têm enchido os jornais portugueses nestes últimos dias, no caso do médio português mantenho a mesma opinião que escrevi no post anterior. Não é, contudo, admissível que o internacional luso se manifeste da forma como o fez. A punição é totalmente compreensível e justa. Mas, se o camisola 5 tem muita culpa no cartório, a verdade é que quer Carraça quer Jorge Jesus não me parecem estar isentos de culpa. Tal como foi escrito no Eterno Benfica, JJ no que toca a recursos humanos deixa muito a desejar. Os casos são sucessivos. Nuno Gomes, Capdevila e agora Amorim, conhecido de Jesus desde os seus tempos no Belenenses. Jorge Jesus tem boas capacidades em algumas vertentes enquanto treinador de futebol, mas no que toca a gerir um grupo de homens é algo que, ainda, deixa muito a desejar.

Para além de Amorim, Enzo Pérez também tem dado muito que falar. As suas declarações demonstram falta de profissionalismo, pelo que se exige uma actuação dura por parte da direcção do clube. Esta "novela" continuará certamente até ao fecho do mercado de Inverno, pelo que ainda terei tempo para opinar mais pormenorizadamente sobre o caso do extremo argentino.

Uma questão de decência

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Ano após ano, os benfiquistas têm carregado inúmeras faltas de respeito proporcionadas pela direcção do nosso clube. Do que falo eu? Dos equipamentos do nosso Benfica.

Até quando vamos aguentar com isto?

Essa imagem não passa de um simples exemplo do que falo. Para quê complicar. Não seria muito mais fácil fazer um equipamento simples e bonito? Incompetência de quem? Da Adidas? Do equipamento de marketing do Benfica?


Custa muito, Benfica?